Lisbon & Estoril Film Festival

Convidados

Peter Brook - Encenador

Peter Brook

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Peter Brook nasceu em Londres em 1925. Ao longo da sua carreira, distinguiu-se nos diferentes géneros: teatro, ópera, cinema e escrita.
Encena inúmeros textos de Shakespeare para a Royal Shakespeare Company, tais como Canseiras de Amor em Vão (1946), Medida por Medida (1950), Titus Andronicus (1955), O Rei Lear (1962), Marat/Sade (1964), Sonho de Uma Noite de Verão (1970) e António e Cleópatra (1978).

Em Paris, em 1971, Peter Brook funda o Centre International de Recherche Théâtrale (CIRT), que veio a ser, aquando da abertura do Théâtre des Bouffes du Nord, o Centre International de Création Théâtrales (CICT). As suas produções destacam-se pelos seus aspectos iconoclastas e pela sua grande envergadura internacional: Timão de Atenas (1974), Os Iks (1975), Ubu aux Buffes (1977), Medida por Medida (1978), A Conferência dos Pássaros (1979), L’Os (1979), O Ginjal (1989), Le Mahabharata (1985), Woza Albert ! (1989), A Tempestade (1990), L’Homme qui (1993), Qui est là (1995), Dias Felizes (1995), Je suis un Phénomène (1998), Le Costume (1999), La Tragédie d’Hamlet (2000), Far Away (2002), La Mort de Krishna (2002), Ta main dans la mienne (2003), Glückliche Tage (2003), Tierno Bokar (2004), Le Grand Inquisiteur (2005), Sizwe Banzi est mort (2006), Fragments de Samuel Beckett (2007), The Suit (2012) e The Valley of Astonishment (2013). Encena várias óperas: La Bohème (1948), Boris Godounov (1948), Les Olympes (1949), Salomé (1949) e As Bodas de Fígaro (1949) no Covent Garden de Londres, Fausto (1953), Eugène Onéguine (1957) na Metropolitan Opera de Nova Iorque, La Tragédie de Carmen (1981) e Impréssions de Pelléas (1992) no Théâtre des Bouffes du Nord, Don Giovanni (1998) para o festival de Aix-en-Provence e Une Flûte Enchantée (2011) no Théâtre des Bouffes du Nord. Os seus principais livros são O Espaço Vazio (1968), The Shifting Point (1987), Le Diable c’est l’Ennui (1998), Evoking Shakespeare (1998), Threads of Time (1998), Between two Silences (1999) e  The Quality of Mercy (2013).

No cinema, Peter Brook realizou Moderato Cantabile (1959), O Deus das Moscas (1963), Marat/Sade (1967), Tell me lies (1967), King Lear (1969), Meetings with Remarkable Men (1976), The Mahabharata (1989) e The Tragedy of Hamlet (2002).


PRESENÇAS DO ENCENADOR NO FESTIVAL

ENCONTROS COM O PÚBLICO
Conversa com PETER BROOK e MARIA-HÉLÈNE ESTIENNE
24 de Novembro, 17h30
Teatro Nacional D. Maria II
(a ser confirmado)

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