Lisbon & Estoril Film Festival

Filmes

Homenagens - João Botelho

Ficha técnica:

Realizador: João Botelho
Argumento: Maria João Cruz
Fotografia: João Ribeiro
Produtora: Alexandre Oliveira, Rita Simão , Ar de Filmes

A Baleia Branca - Uma Ideia de Deus

Um filme de João Botelho

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A construção do espetáculo “Moby Dick”, encenado por António Pires, no Teatro Municipal São Luiz. "De que se trata? Navegar, ao sabor do vento dos acidentes, que me agitará consoante a direcção em que soprar, ao lado de um desesperado e corajoso grupo de teatro que se atreve a pôr em cena uma das maiores obras literárias da civilização ocidental: a narrativa demencial e desmedida, a aventura sangrenta e sagrada da caça a Moby Dick, a baleia branca, criada pelo génio de Herman Melville. (…)“ - João Botelho
  • Elenco:

    Graciano Dias, João Barbosa, José Airosa, Maria Rueff, Miguel Borges; Miguel Guilherme, Milton Lopes, Ricardo Aibéo e Rui Morisson
  • Título original:

    A Baleia Branca - Uma Ideia de Deus
  • País:

    Portugal
  • Ano:

    2007
  • 55'

Ficha técnica:

Realizador: João Botelho
Argumento: Maria João Cruz
Fotografia: João Ribeiro
Produtora: Alexandre Oliveira, Rita Simão , Ar de Filmes

Horários

Cinema Medeia Monumental Sala 2

Apresentado por Paulo Ribeiro e António Pires

Realizador

João Botelho

João Botelho, realizador e argumentista, nasceu em Portugal em 1949. Estreou-se nas longas metragens com Conversa Acabada, um filme com estreia mundial na Quinzena dos Realizadores, em Cannes, em 1982. Seguiram-se Um Adeus Português (1985), e Tempos Difíceis – Este Tempo (1988), em que adapta a obra de Dickens para a realidade portuguesa. Visitaria as obras de Garrett (Quem És Tu?, 2000), Diderot (O Fatalista, 2005), Agustina Bessa-Luís (A Corte do Norte, 2008), de novo Pessoa (Filme do Desassossego, 2010). Os Maias (2014), baseado na obra de Eça de Queirós, foi o filme português mais visto nos cinemas nesse ano nas salas de cinema, ultrapassando os 100 mil espectadores. Segue-se a “carta de amor” a Manoel de Oliveira, O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu. Peregrinação (2018), foi escolhido para candidato aos Óscares e Goya.
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