Lisbon & Estoril Film Festival

Filmes

Ficha técnica:

Realizador: Jean-Luc Godard
Argumento: Jean-Luc Godard
Fotografia: Julien Hirsch, Jean-Christophe Beauvallet
Produtora: Avventura Films, Périphéria, France 3 Cinéma, Vega Film, Canal+

A Nossa Música

Um filme de Jean-Luc Godard

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Tríptico sob o signo de Dante. O Inferno é uma montagem impressionante que evoca os desastres e os massacres da guerra. O Purgatório tem lugar em Sarajevo, durante os Encontros Europeus do Livro, lugar “onde a reconciliação é possível” e onde se cruzam os destinos de Olga, judia francesa, e de Judith, jornalista israelita. No final, o Paraíso, imerso na natureza, é vigiado por marines americanos.
  • Elenco:

    Sarah Adler, Nade Dieu, Rony Kramer, Georges Aguilar, Leticia Gutierrez, Ferlyn Brass, Jean-Luc Godard, Simon Eine, Jean-Christophe Bouvet, Elma Dzanic, Juan Goytisolo, Mahmoud Darwich, Jean-Paul Curnier, Pierre Bergounioux, Gilles Pecqeux
  • Título original:

    Notre musique
  • País:

    França, Suíça
  • Ano:

    2004
  • 80’

Ficha técnica:

Realizador: Jean-Luc Godard
Argumento: Jean-Luc Godard
Fotografia: Julien Hirsch, Jean-Christophe Beauvallet
Produtora: Avventura Films, Périphéria, France 3 Cinéma, Vega Film, Canal+

Horários

Cinema Medeia Monumental Sala 4

Leg. PT

Realizador

Jean-Luc Godard

Jean-Luc Godard é indiscutivelmente o cineasta vivo cujo pensamento e obra fílmica mais influências exerceram (e mais análise teórica e crítica suscitaram, sendo que o seu efeito incalculável se prolonga) sobre o cinema moderno e outros domínios artísticos.

Com um percurso feito em vários andamentos – dos princípios defendidos nos tempos de crítico nos Cahiers du Cinéma, passados ao acto na estética da Nouvelle Vague, de que foi figura de proa (com o seminal À Bout de Souffle a abrir um conjunto de títulos igualmente marcantes, como Viver a sua Vida, O Desprezo, Pedro, o Louco, Made in U.S.A. ou o cáustico Week-End, onde se declara o fim do próprio cinema), aos experimentais filmes-ensaio recentes (Filme Socialismo e Adeus à Linguagem), passando pelo período mais radical (o do Grupo Dziga Vertov), estética e politicamente – Godard ergueu um corpo de trabalho imenso e desafiador.

A sua obra, profundamente reflexiva, plena de citações, referências ou alusões de várias origens (cinematográficas, literárias, musicais, filosóficas, científicas, de teoria política), capaz de fundir ‘alta’ e ‘baixa’ cultura, trabalhando de forma inovadora as imagens de arquivo, o vídeo (toda a produção da SonImage, a companhia que fundou com Anne-Marie Miéville em 1972 é um pequeno mundo a descobrir) e o 3D, interpela a História (e a história do cinema, com um clímax no monumental História(s) do Cinema), os traumas do nosso tempo e a linguagem (e os seus limites) com que (não) comunicamos, sempre com uma assinatura absolutamente inconfundível.

É a este autor incontornável que o Lisbon & Estoril Film Festival presta homenagem na décima edição, com a retrospectiva integral da sua obra e um Simpósio Internacional, Godard vu par....
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