Lisbon & Estoril Film Festival

Filmes

Ficha técnica:

Realizador: Jean-Luc Godard
Argumento: Jean-Luc Godard
Fotografia: Fabrice Aragno
Produtora: Wild Bunch, Canal+, Centre National de la Cinématographie (CNC)

Adeus à Linguagem

Um filme de Jean-Luc Godard

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A ideia é simples: uma mulher casada e um homem solteiro encontram-se. Amam-se, discutem, agridem-se. Um cão erra entre a cidade e o campo. As estações passam. O homem e a mulher encontram-se outra vez. O cão está entre eles. O outro num. Um no outro. São as três pessoas. O antigo marido faz explodir tudo. Um segundo filme começa. O mesmo que o primeiro. Mas não. Da espécie humana passamos à metáfora. Acabará com latidos. E choros de bebé.
  • Elenco:

    Héloïse Godet, Kamel Abdeli, Richard Chevallier, Zoé Bruneau, Christian Gregori, Jessica Erickson, Marie Ruchat, Jeremy Zampatti, Daniel Ludwig, Gino Siconolfi, Isabelle Carbonneau, Alain Brat, Stéphane Colin, Bruno Allaigre, Alexandre Païta, Jean-Philippe Mayerat, Florence Colombani, Nicolas Graf, Roxy Miéville
  • Título original:

    Adieu au langage
  • País:

    Suíça
  • Ano:

    2014
  • 70’

Ficha técnica:

Realizador: Jean-Luc Godard
Argumento: Jean-Luc Godard
Fotografia: Fabrice Aragno
Produtora: Wild Bunch, Canal+, Centre National de la Cinématographie (CNC)

Horários

Cinema Medeia Monumental Sala 4

Conversa com Adam Thirlwell
Leg. PT

Realizador

Jean-Luc Godard

Jean-Luc Godard é indiscutivelmente o cineasta vivo cujo pensamento e obra fílmica mais influências exerceram (e mais análise teórica e crítica suscitaram, sendo que o seu efeito incalculável se prolonga) sobre o cinema moderno e outros domínios artísticos.

Com um percurso feito em vários andamentos – dos princípios defendidos nos tempos de crítico nos Cahiers du Cinéma, passados ao acto na estética da Nouvelle Vague, de que foi figura de proa (com o seminal À Bout de Souffle a abrir um conjunto de títulos igualmente marcantes, como Viver a sua Vida, O Desprezo, Pedro, o Louco, Made in U.S.A. ou o cáustico Week-End, onde se declara o fim do próprio cinema), aos experimentais filmes-ensaio recentes (Filme Socialismo e Adeus à Linguagem), passando pelo período mais radical (o do Grupo Dziga Vertov), estética e politicamente – Godard ergueu um corpo de trabalho imenso e desafiador.

A sua obra, profundamente reflexiva, plena de citações, referências ou alusões de várias origens (cinematográficas, literárias, musicais, filosóficas, científicas, de teoria política), capaz de fundir ‘alta’ e ‘baixa’ cultura, trabalhando de forma inovadora as imagens de arquivo, o vídeo (toda a produção da SonImage, a companhia que fundou com Anne-Marie Miéville em 1972 é um pequeno mundo a descobrir) e o 3D, interpela a História (e a história do cinema, com um clímax no monumental História(s) do Cinema), os traumas do nosso tempo e a linguagem (e os seus limites) com que (não) comunicamos, sempre com uma assinatura absolutamente inconfundível.

É a este autor incontornável que o Lisbon & Estoril Film Festival presta homenagem na décima edição, com a retrospectiva integral da sua obra e um Simpósio Internacional, Godard vu par....
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