Lisbon & Estoril Film Festival

Filmes

Sessões Especiais - Sessões Especiais

Ficha técnica:

Realizador: Edgar Pêra
Argumento: Edgar Pêra
Fotografia: Jorge Quintela
Produtora: Bando à Parte, Persona Non Grata Pictures Brasil, Persona Non Grata Pictures

Caminhos Magnetykos

Um filme de Edgar Pêra

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“O Dinheiro Não é Tudo” Raymond, 60 e poucos anos, parisiense, autor de filmes fotográficos e BDs de animação francês, veio para Portugal com o 25 Abril, apaixonou-se e ficou, onde reside há 40 anos. A sua actividade entrou em decadência e Raymond vive na dependência económica da sua mulher Gertrudes. Caminhos Magnéticos desenrola-se no dia do casamento da sua filha de 21 anos, Catarina, com Damião, um homem rico da sua idade. Em Lisboa, vive-se uma guerra civil. Raymond irá experienciar uma revolta interior e uma viagem caleidoscópica por uma cidade em vias de se desmoronar. Será também o colapso das suas convicções.
  • Elenco:

    Dominique Pinon, Albano Jerónimo, Alba Baptista
  • Título original:

    Caminhos Magnetykos
  • País:

    Portugal, Brasil
  • Ano:

    2018
  • 88'

Ficha técnica:

Realizador: Edgar Pêra
Argumento: Edgar Pêra
Fotografia: Jorge Quintela
Produtora: Bando à Parte, Persona Non Grata Pictures Brasil, Persona Non Grata Pictures

Horários

Espaço Nimas

Conversa com Edgar Pêra, Dominique Pinon e Rodrigo Areias

Realizador

Edgar Pêra

Edgar Pêra é «diferente de tudo o que sabemos sobre Portugal» (Olaf Moller, Film Comment e Cinemascope). Cineasta no activo há três décadas (mais de uma centena de trabalhos para cinema, TV, BD, net, espectáculos, galerias, eventos e trans-media), Edgar Pêra é autor de filmes “pessoais, irónicos, satíricos, poéticos, controversos, inclassificáveis” como A Cidade de Cassiano, Manual de Evasão LX 94, A Janela (Maryalva Mix), Movimentos Perpétuos (Cine-Tributo Carlos Paredes), Punk Is Not Daddy, Rio Turvo e O Barão, entre outros. Foi Herói Independente no Indie Lisboa em 2006 e recebeu em Paris o Prémio Pasolini pela sua carreira (junto com Alejando Jodorowsky e Fernando Arrabal). O Festival de Cork organizou em 2011 aquela que é até ao momento a maior retrospectiva da sua obra. Escreveu regularmente sobre cinema e banda desenhada no semanário O Independente, colaborando em diversos jornais e revistas.
O seu filme O Espectador Espantado, continuação de Cinesapiens, segmento de 3x3D, tríptico com Godard e Greenaway, mereceu estreia mundial em Cannes e continua a ser apresentado em diversos festivais pelo mundo fora.
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