Lisbon & Estoril Film Festival

Filmes

Homenagens e Retrospectivas - João Botelho

Ficha técnica:

Realizador: João Botelho
Argumento: Textos de João Botelho, Manuel Mendes, Gaspar Martins Pereira, A. M. Pires Cabral, Alves Redol, Teixeira de Pascoais, Sophia de Mello Breyner Andresen e Miguel Torga
Fotografia: João Botelho, Inês Carvalho
Produtora:  João Botelho para Museu do Douro

Viagem ao Coração do Douro, a Terra Onde Nasci

Um filme de João Botelho

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«Pelo meio, memórias de infância, impressões fugidias de sons, cores e rostos do Douro, a minha alma e os meus olhos abertos em absoluta submissão à grandeza deste rio demente e à não menos monumental, trágica e gloriosa epopeia dos homens que lhe transformam o ventre e as margens em nome do vinho mais famoso do mundo. A convocação de grandes escritores que o tentaram descrever, ou de poetas que o cantaram e o rio sempre a fugir-lhes, como me fugiu a mim de tão desmedido que ele é, deixando-me nas mãos um esboço de documentário, este pequeno filme.»
  • Elenco:

    Rui Morrison
  • Título original:

    Viagem ao Coração do Douro, a Terra Onde Nasci
  • País:

    Portugal
  • Ano:

    2002
  • 30'

Ficha técnica:

Realizador: João Botelho
Argumento: Textos de João Botelho, Manuel Mendes, Gaspar Martins Pereira, A. M. Pires Cabral, Alves Redol, Teixeira de Pascoais, Sophia de Mello Breyner Andresen e Miguel Torga
Fotografia: João Botelho, Inês Carvalho
Produtora:  João Botelho para Museu do Douro

Realizador

João Botelho

João Botelho, realizador e argumentista, nasceu em Portugal em 1949. Estreou-se nas longas metragens com Conversa Acabada, um filme com estreia mundial na Quinzena dos Realizadores, em Cannes, em 1982. Seguiram-se Um Adeus Português (1985), e Tempos Difíceis – Este Tempo (1988), em que adapta a obra de Dickens para a realidade portuguesa. Visitaria as obras de Garrett (Quem És Tu?, 2000), Diderot (O Fatalista, 2005), Agustina Bessa-Luís (A Corte do Norte, 2008), de novo Pessoa (Filme do Desassossego, 2010). Os Maias (2014), baseado na obra de Eça de Queirós, foi o filme português mais visto nos cinemas nesse ano nas salas de cinema, ultrapassando os 100 mil espectadores. Segue-se a “carta de amor” a Manoel de Oliveira, O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu. Peregrinação (2018), foi escolhido para candidato aos Óscares e Goya.
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