Lisbon & Estoril Film Festival

Filmes

Ciclos Temáticos - Romper as Grades: A cultura como espaço de liberdade e a resistência nas prisões

Festivais e Prémios:

Cahiers du Cinéma 1956 - Melhor Filme 
Festival de Cannes  1957 - Melhor Realizador
National Board of Review 1957 - Melhor Filme Estrangeiro
Sindicato Francês dos Críticos de Cinema 1958 - Melhor Filme

Ficha técnica:

Argumento: André Devigny, Robert Bresson
Produção: Alain Poiré, Jean Thuillier
Director de Fotografia: Léonce-Henri Burel

Fugiu um Condenado à Morte

Um filme de Robert Bresson

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O filme debruça-se sobre a fuga, verídica e até então tida por impossível, de um resistente francês (o Comandante André Dévigny) condenado à morte, e cativo numa prisão nazi. Mas a sua fuga depende de Jost (Charls Le Clainche), e aquele só tem duas possibilidades: ou o mata ou confia nele.

Obra-prima do cinema francês, o filme é um ilustrativo da luta pela liberdade. Através de uma história individual tornou-se em um símbolo da História de milhões de pessoas. Este filme é baseado nas memórias de André Devigny, que escapou com sucesso do Forte Montlucin Lyonin, em 1943.
  • Elenco:

    François Leterrier, Charles Le Clainche, Maurice Beerblock, Roland Monod, Jacques Ertaud, Jean Paul Delhumeau, Roger Treherne
  • Título original:

    Un condamné à mort s’est échappé
  • País:

    França
  • Ano:

    1956
  • 101' FR, Legendas: PT

Festivais e Prémios:

Cahiers du Cinéma 1956 - Melhor Filme 
Festival de Cannes  1957 - Melhor Realizador
National Board of Review 1957 - Melhor Filme Estrangeiro
Sindicato Francês dos Críticos de Cinema 1958 - Melhor Filme

Ficha técnica:

Argumento: André Devigny, Robert Bresson
Produção: Alain Poiré, Jean Thuillier
Director de Fotografia: Léonce-Henri Burel

Horários

Centro Cultural Olga Cadaval Auditório Acácio Barreiros

6€

Realizador

Robert Bresson

Robert Bresson (1901-1999) foi um realizador francês nascido na pequena aldeia de Bromont-Lamothe. Bresson formou-se em Pintura e, em 1934, começou a sua carreira cinematográfica como argumentista, com a curta-metragem Affaires Publiques.

Depois de combater na Segunda Guerra Mundial, em 1943, realiza Anjos do Pecado. O seu filme seguinte, Les Dames du Bois de Boulogne (1945) é o filme que lhe trouxe notoriedade internacional e seria a última vez que Bresson trabalharia com atores profissionais. A partir do filme Journal d'un cure de campagne (1951), criou uma abordagem única, mais minimalista onde os actores davam atuações deliberadamente simples e sem emoção.  Robert Bresson reformou-se na década de 1980, mas ainda é considerado, por muitos críticos, um dos maiores artistas da história do cinema.
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