Lisbon & Estoril Film Festival

Filmes

Ciclos Temáticos - Looking for Homeland

Ficha técnica:

Realizador: Jean-Daniel Pollet com Maurice Born e Malo Aguettant
Argumento: Jean-Daniel Pollet, Maurice Born, Malo Aguettant
Director de Fotografia: Jean-Daniel Pollet
Produção: Laboratoires Sandoz, Novartis Pharma

L'Ordre

Um filme de Jean-Daniel Pollet

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O filme observa a vida na colónia de leprosos de Spinalonga, numa ilha perto de Creta, para onde muitos foram banidos desde 1904, ano em que o local foi fundado. Seguimos, em particular, a vida de Raimondakis, explorando através dele as possibilidades de amor, comunidade e morte através da pesada lente da doença, que nos proporciona experienciar a resistência dos valores humanos neste estudo cinematográfico.
  • Elenco:

    Raimondakis, Philippe Sollers
  • Título original:

    L'Ordre
  • País:

    França
  • Ano:

    1973
  • 42 min Legendas PT

Ficha técnica:

Realizador: Jean-Daniel Pollet com Maurice Born e Malo Aguettant
Argumento: Jean-Daniel Pollet, Maurice Born, Malo Aguettant
Director de Fotografia: Jean-Daniel Pollet
Produção: Laboratoires Sandoz, Novartis Pharma

Horários

Espaço Nimas

A Casa é Negra de Forough Farrokhzad (1963)
L’Ordre de Jean-Daniel Pollet (1973)

Seguido de discussão com os curadores Alexey Artamonov, Denis Ruzaev e Ines Branco Lopez

Realizador

Jean-Daniel Pollet

Jean-Daniel Pollet foi um argumentista e realizador Francês nascido em 1936, cuja carreira no cinema se inicia em 1958 com a sua primeira curta-metragem, Pourvu qu’on ait l’ivresse, um filme silencioso que se concentra nos corpos de dançarinos e nas suas figuras. Mais tarde, em 1963, o cineasta realiza outra curta-metragem Méditerranée, um filme experimental que documenta as origens de uma civilização através de uma viagem pelas águas e as margens do Mar Mediterrâneo. Entre os muitos filmes que realizou, contam-se Une balle  au coeur (1966) e L’acrobate (1976). Uma particularidade da sua obra é  a introdução de comentários e segmentos de textos de autores Franceses como Philippe Sollers ou Francis Ponge para criar uma nova forma de cinema poético.
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