Lisbon & Estoril Film Festival

Notícias

Ana Luísa Amaral – A partilha da beleza

Ana Luísa Amaral (1956-2022) foi membro do júri da 15ª edição do LEFFEST, em 2021. Ela, que desde os 9 anos vivia em Leça da Palmeira, viajando pelo mundo para apresentar os seus livros e os seus estudos, regressava assim a Sintra, à “mágica” Sintra onde vivera a sua infância, os “Tempos daquele circo colorido / em frente do cinema, o cheiro doce / da serradura húmida, a serradura em sons / ao ser pisada, a entrada na luz, / nos súbitos relâmpagos feitos de absoluta lucidez. // Trazia um elefante por dentro da cabeça / e o sonho de fugir em caravana, / não precisar de escola, e prender / o trapézio no olhar.”

REALIZADOR MOHAMMAD RASOULOF PRESO NO IRÃO

Mohammad Rasoulof, realizador de There Is no Evil / O Mal não Existe, Urso de Ouro no festival de Berlim em 2020, e que fez parte da Selecção Oficial, Fora de Competição no LEFFEST no mesmo ano, e de A Man of Integrity, que integrou a Selecção Oficial em Competição do LEFFEST em 2017, foi preso na última sexta-feira pelas autoridades iranianas, como se pode ler numa notícia da Variety, corroborada pelos seus produtores Kaveh Farnam e Farzad Pak

Conhecidas as datas da 16ª edição do LEFFEST – Lisbon & Sintra Film Festival

O LEFFEST regressa a Lisboa e a Sintra, para a sua 16ª edição, de 9 a 20 de Novembro.

O LEFFEST‘21 despede-se de Lisboa e Sintra – E promete regressar

No dia 21 de Novembro, a 15ª edição do festival chegou ao fim em Lisboa e Sintra – uma despedida que foi também a promessa de um regresso. Para já, rumamos a Norte: até dia 24 deste mês, exibimos algumas das obras decisivas deste LEFFEST no Cinema NOS NorteShopping. E no ano que vem, quem sabe que surpresas o festival trará…

15º LEFFEST - Lisbon & Sintra Film Festival: Palmarés 2021

Já se conhecem os filmes premiados na Selecção Oficial - Em Competição do LEFFEST'21.

Estreia nacional de Pathos Ethos Logos no LEFFEST’21

É forçoso que de cinquenta em cinquenta anos desça à Terra um objecto tão não-identificado, não-alinhado e não-reconciliado como Pathos Ethos Logos (2021), para que se ponha a descoberto a irredutibilidade mútua entre palavras e imagens. Porque o que aqui temos é um cinema que faz uma careta à nossa vontade de o fixar nesta ou naquela frase. Um cinema demasiado comprometido com a totalidade do presente para que dele se possa ter uma “ideia”, ou pior ainda, uma sinopse.
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