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Julian Assange – um primeiro passo para a justiça

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Um tribunal britânico acaba de rejeitar o pedido de extradição do fundador da WikiLeaks, Julian Assange, interposto pelos Estados Unidos.  Preso em Londres desde Abril de 2019, depois de sete anos isolado na embaixada do Equador naquela capital, onde se refugiara e pedira asilo, Assange viu assim serem acolhidas as pretensões generalizadas que reivindicavam esta decisão, desde o governo alemão, que já tinha manifestado preocupação com “os direitos humanos e os aspectos humanitários de uma possível extradição [que não deveriam] ser negligenciados”, ou o relator das Nações Unidas sobre a tortura, Niels Melzer, que solicitou a sua libertação imediata e afirmou que “processar Assange por publicar informações verdadeiras sobre condutas oficiais graves, seja na América ou noutro país, constitui aquilo que se chama ‘matar o mensageiro’ ”.

Depois de se refugiar na embaixada equatoriana, uma das suas raras intervenções públicas teve lugar no LEFFEST, em 2014, respondendo por videoconferência, a partir da embaixada, às perguntas que lhe foram colocadas pelos participantes e espectadores que no Centro de Congressos do Estoril assistiam ao encerramento do simpósio Ficção e Realidade: Para Além do Big Brother, com curadoria de Juan Branco.

Convidamo-lo/a a (re)ver essa singular intervenção de Julian Assange.
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